"Eu é que sou o Manuel Alegre"
Manuel João Vieira quer candidatar-se à Presidência da República, mas garante que só avançará se tiver 7500 assinaturas. Depois de, em 2001, ter ficado pelo caminho porque o Tribunal Constitucional "não quis reconhecer" as assinaturas apresentadas - segundo a sua candidatura "com o pretexto pouco desportivo de que 7500 assinaturas feitas pela mesma pessoa não tinham validade" -, o "candidato" Vieira pede agora aos portugueses que dêem uma oportunidade "a este País" e subscrevam o seu nome para a corrida a Belém. "Se não assinarem recuso-me terminantemente a candidatar-me", garante.
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A saber "Mário Soares e Cavaco Silva são os responsáveis pelo estado do País." Que até "podia ser pior", "olhem a Guiné- Bissau", o que é razão bastante para Manuel João Vieira dizer que até gosta dos dois candidatos. Dar-lhes o voto é que já é outra história. "Eu também gosto e tenho admiração pelo D. Afonso Henriques, pelo Viriato e pela Torre dos Clérigos, mas não vou votar neles."
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"Eu é que sou o Manuel Alegre, primeiro porque sou Manuel e depois porque sou muito alegre."
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Já sobre objectivos para o País, o protocandidato não se alongou, afirmando que quer pôr Portugal "na primeira linha das superpotências do sistema solar"
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Já quanto aos slogans, depois do "se ganhar, obviamente demito-me" de 2001, agora multiplicaram-se e versam qualquer coisa como isto "Basta de políticos de carreira, vota Vieira; Não faças asneira, vota Vieira; Queres dinheiro na algibeira, vota Vieira; Já os conheces de gingeira, vota Vieira."